Nós não escolhemos nascer, não escolhemos morrer. A única escolha que nos sobrou foi como viver. Se aceitarmos a realidade tal qual ela é, com seus altos e baixos, seus verões e seus invernos, nossa vida terá a totalidade dos opostos e sentiremos um imenso prazer no fato de estarmos vivos. Se, ao contrário, de maneira onipotente, queremos uma vida idealizada e perfeita, sem erros, sem perdas e sem dor, nossa existência se torna um recuo, uma fuga, um medo de viver. O grande problema humano não é a perda, a doença ou a morte, mas o medo dessas coisas. Aceitar a fragilidade humana e não resistir à realidade nos faz participantes da melhoria do mundo e protagonistas ativos dessa brincadeira, que é viver. Há coisas que estão sob nosso controle e outras que não estão. A felicidade, o sentido dado à nossa vida, vem da nossa disponibilidade. Viver, como diz Guimarães Rosa, é muito perigoso. Um sim aos riscos, ao desconhecido e ao inesperado nos faz participantes esperançosos do mistério da realidade. A vida é um mistério para ser vivido e não um enigma a ser decifrado. Enquanto nossa cabeça tenta explicar o mundo, de onde viemos e para onde vamos, perdemos o sol, as cores, o afeto, o gosto, o tato, os sons oferecidos ao nosso corpo. A vida é, apenas, para ser saboreada.quarta-feira, 23 de abril de 2008
Nós não escolhemos nascer, não escolhemos morrer. A única escolha que nos sobrou foi como viver. Se aceitarmos a realidade tal qual ela é, com seus altos e baixos, seus verões e seus invernos, nossa vida terá a totalidade dos opostos e sentiremos um imenso prazer no fato de estarmos vivos. Se, ao contrário, de maneira onipotente, queremos uma vida idealizada e perfeita, sem erros, sem perdas e sem dor, nossa existência se torna um recuo, uma fuga, um medo de viver. O grande problema humano não é a perda, a doença ou a morte, mas o medo dessas coisas. Aceitar a fragilidade humana e não resistir à realidade nos faz participantes da melhoria do mundo e protagonistas ativos dessa brincadeira, que é viver. Há coisas que estão sob nosso controle e outras que não estão. A felicidade, o sentido dado à nossa vida, vem da nossa disponibilidade. Viver, como diz Guimarães Rosa, é muito perigoso. Um sim aos riscos, ao desconhecido e ao inesperado nos faz participantes esperançosos do mistério da realidade. A vida é um mistério para ser vivido e não um enigma a ser decifrado. Enquanto nossa cabeça tenta explicar o mundo, de onde viemos e para onde vamos, perdemos o sol, as cores, o afeto, o gosto, o tato, os sons oferecidos ao nosso corpo. A vida é, apenas, para ser saboreada.segunda-feira, 14 de abril de 2008
ESPERANÇA - “Tudo vale a pena, se a alma não for pequena”

O pessimista cronifica as perdas, vê o que falta na sua vida, se emaranha em lembranças saudosas, guarda rancores e se culpa pelos seus limites. O otimista nega a sombra, racionaliza o lado desastroso da existência, cindereliza a vida, só vê o bom, se perde no mundo do “faz de conta”, e, sem saber, se prepara para a decepção do pessimista quando eventualmente a casa cair. O realista tem um olhar objetivo para os dois lados da moeda. Ele tem consigo o compromisso de atravessar as intempéries da vida. Ele já descobriu que viver é ora descer vales, ora subir montanhas. Tem jeito de vivermos (ainda mais se tivermos a graça de viver muitos anos), sem perdas, sem doenças, sem abandonos, sem nos desorganizarmos de vez em quando, sem injustiças ou traições? Neurótico é a pessoa que não vê o óbvio. Enclausurados numa idéia romântica, idealizada de como o mundo deveria ser, não aprendemos a única coisa que precisamos na viagem humana.
Saber lidar com o fracasso quando ele bater na nossa porta. Ninguém é convidado a ultrapassar uma perda, soltando foguetes. Só um otimista tolo faria isso. Exige-se dele apenas não perder a esperança ou ficar em um beco sem saída, o que é a mesma coisa. Talvez não haja a saída que, na sua onipotência, ele deseja: que não tivesse tido a perda, que lê não tivesse cometido erros que o levaram a perder, que não tivesse sido passado para trás. Mede-se a humildade de uma pessoa, companheira, inseparável da esperança, na hora dos tombos, quando nos deparamos com a fragilidade humana.Por que será que, diante do infortúnio, alguns elaboram e aprendem e outros se comprazem em ficar na sombra, esperando que alguém venha salvá-los? Onde buscar forças para a travessia? Dentro de nós. Na reflexão interna. Muitas pessoas ficaram impressionadas com o intenso sofrimento de Jesus Cristo, mostrado pelo filme de Mel Gibson. O que mais me impressionou foi a rapidez com que tudo aconteceu. Após 3 dias da morte estava tudo resolvido: Ele ressuscitou. O sofrimento faz parte da vida humana. O que não podemos é permanecer muito tempo na dor, transformando-a em uma forma de viver. A esperança é a ponte entre as atribulações e nossa ressurreição de cada dia. O pesar pela perda é normal, mas não podemos botar em dúvida nosso valor, nossas crenças, nossa essência, nossos desejos, nosso lado luminoso. E para isso basta fechar os olhos e ouvir o coração. Peço ajuda a Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena, se a alma não for pequena”. Nossa alma é maior que todas as desgraças. Nos momentos de maior aflição sempre há brechas para o sol entrar. Temos, porém, de cooperar. Conversar com os amigos, caminhar (mesmo chorando), rezar, dançar, agradecer as coisas boas e as pessoas amadas, expressar os sentimentos ruins, são algumas possibilidades de quebrar a couraça do sofrimento e deixar que um pouco da graça apareça. Esperança é saber que tem jeito. E que nos temos jeito. Nem que seja mudar o jeito de ver a vida.
Antônio Roberto
quarta-feira, 26 de março de 2008
Mudar Significa Evoluir

Quantos de nós não somos resistentes a mudanças? Mudar dá trabalho, cansa, tira o sossego e assusta. Quantos de nós não nos acomodamos a determinadas situações e condições pelo medo do desconhecido? Mudar de casa, de trabalho, de namorado, de vida, de estilo, de visual... É minha gente, para que determinadas coisas aconteçam em nossas vidas além da coragem e determinação é preciso muita ousadia. Ninguém gosta de errar deliberadamente. Queremos sempre acertar. Não queremos sofrer, passar por apuros e tão pouco provocar sofrimento em outros. Às vezes ficamos presos, estagnados a uma rotina, a um certo padrão para não correr nenhum risco. E como diz o ditado: "Quem não arrisca não petisca". De repente nos vemos em situações em que a vida e não perdoa uma hesitação, uma vacilada. Quando estas coisas acontecem acabamos entrando no ritmo e, aos poucos, vamos nos adaptando ao novo, ao que era aparentemente difícil, quase próximo ao impossível. Não é rara a surpresa, mas a boa surpresa. Nos surpreendemos com nossa força, nosso caráter, nosso dinamismo e empenho que estavam adormecidos e banalizados pela apatia. Somos fortes. Todos! Podemos tudo? Quase sempre sim... Não nos conhecemos e nem tão pouco nos acreditamos. É mais fácil conhecer o outro, falar do outro, perceber o outro. Não nos observamos o bastante. Observamos sempre o que vem de fora. Estamos atentos ao trânsito, mercado financeiro, alta do dólar, violência urbana, problemas familiares, enfim, prestamos muita atenção às interferências externas que nos perturbam e nos fazem adotar outras atitudes. Quando paramos e começamos a prestar um pouco mais de atenção em nossas emoções e necessidades simplesmente as negligenciamos frente a uma prioridade circunstancial e invariavelmente externa. Procuramos o dentista quando o dente dói. Procuramos o médico quando o corpo já está doente. Procuramos economizar quando o dinheiro começa a faltar. Vamos adiando, adiando, como se fossemos senhores do tempo e de uma vontade maior. A partir do instante que criamos coragem para nos enfrentar muita mudança pode acontecer. Mudar implica em decidir e decisão é coisa de gente grande. Quando há uma decisão, não importa o tempo para sua concretização e efetivação. Uma mudança interna ocorre e nos levará a assumir um comportamento, a tomar uma atitude que por si só é muito positiva. Mudar implica em evoluir, melhorar. Toda mudança implica em movimento e movimento é VIDA! A vida não é estagnada, parada. Tudo está em movimento o tempo todo. Por que assistir de camarote? A vida é um grande espetáculo do qual fazemos parte do elenco... Ouse! Não tenha receio de errar, errar também é aprender. Busque inspiração na criança que está aprendendo a andar. Se hoje você anda foi porque tentou, caiu, se machucou, levantou, tentou novamente e conseguiu.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Importância da Reciprocidade
"Talvez isso explique a nossa grande dificuldade de dizer não à nossa compulsiva necessidade de agradar sempre, de "puxar o saco", de pensar mais no outro do que em nós mesmos. Se você espera resposta para sua bondade, é melhor não tê-la". Importância da Reciprocidade
Antônio Roberto Soares
"As relações que se fazem através do binômio favor-gratidão, em geral, são de muito conflito porque se estabelecem através do jogo da renúncia" Não sei se o mundo tem jeito. Nós temos. Quando ajudamos alguém e esperamos algo em troca, ainda que seja gratidão, não estamos sendo bons, mas espertos. A bondade, a proteção e a ajuda têm sido usadas como instrumento de controle sobre o coração das pessoas. E, quando, apesar de tudo o que fizemos pelo outro, ele, no exercício de sua liberdade, nos dá um "não", nós o chamamos de ingrato e nos sentimos injustiçados. Existe uma grande diferença entre amor e favor. No amor, temos grande alegria em fazer algo por alguém e somos pagos no próprio ato de fazer. No favor, tudo o que fazemos é contabilizado e futuramente cobrado. Chamamos de ingrata a pessoa a quem prestamos um favor e na hora de pagar ela não o fez. Mesmo porque nada foi combinado com ela. Ingrato é aquele que não se vendeu aos nossos favores. As relações que se fazem através do binômio favor-gratidão, em geral, são pesadas e de muito conflito porque elas se estabelecem através do jogo da renúncia. Ensinaram-nos que, para o amor, é essencial renunciar. Que devemos abrir mão de nossa individualidade, dos nossos gostos, do nosso tempo, dos nossos sagrados, do nosso crescimento etc. Tudo por amor a alguém. Com o passar do tempo, todo esse sacrifício amoroso vira uma cruel cobrança no sentido de que o outro nunca nos contrarie e permaneça, através do agradecimento, escravizado a nossos desejos. Daí a importância do "sim" e do "não" em nossos relacionamentos. Amigo é aquele que consente o meu "não" e eu o dele. Do contrário, é escravidão. A bondade só faz parte do amor se for absolutamente verdadeira. Usada para dominar alguém, é crueldade. Talvez esse seja o motivo para tantos problemas familiares. Casais que se acusam mutuamente da falta de reconhecimento de um pelo o que o outro fez. Mães e pais que se sentem injustiçados quando os filhos não atendem às suas expectativas e não "pagam" com o sucesso e bom desempenho o que foi feito para eles. É uma cadeia interminável de cobrança e de culpa que traz enormes desgastes num relacionamento. A palavra sacrifício é muito interessante. Vem do latim e significa "tornar-se sagrado para o outro". Quando, porém, somos excessivamente bondosos para os outros eles respondem a isso com culpa. Nenhum filho, nenhum marido, nenhuma mãe, em sã consciência quer o próprio prazer à custa do sofrimento do outro. A reciprocidade nas relações é importante. Todo relacionamento é uma troca, mas tem de ser combinada. O que não é adequado sou eu fazer pelo outro, sem acertar e posteriormente cobrar. As relações se tornam exploração. Vivemos com a sensação de injustiçados, não reconhecidos. Há uma piada que reflete isso. Um rapaz passeava com uma moça de carro e a levou para o interior de um bosque. Parou o carro e começou a acariciá-la, insinuando um desejo de ter alguma intimidade sexual com a moça. Ela retrucou explicando:- Eu sou uma prostituta e se você quer alguma coisa, terá de pagar.- E quanto eu devo pagar? - perguntou o rapaz.- Cinqüenta reais - respondeu a mulher.Assim sendo, ele tirou uma nota de cinqüenta reais e entregou a ela. Depois de passar um bom tempo nas intimidades sexuais, se arrumaram e a moça notou que o rapaz não dava sinais de querer ir embora.- Vamos, já fizemos o que era para fazer.Ele respondeu:- Não, temos de combinar, eu sou chofer de táxi. Você terá de pagar a corrida de volta.- Quanto é? - perguntou a mulher.- Cinqüenta reais! A esperteza, o oportunismo, o se dar por amor e cobrar depois é a forma que aprendemos. Pessoas livres, autônomas, verdadeiramente amorosas se relacionam com o máximo de clareza. Comprar o possível amor do outro, através da renúncia, da bondade, do favor, do sacrifício, na esperança de ter o outro, é abrir um caminho complicado de sofrimento. Talvez isso explique a nossa grande dificuldade de dizer não à nossa compulsiva necessidade de agradar sempre, de "puxar o saco", de pensar mais no outro do que em nós mesmos. Se você espera resposta para sua bondade, é melhor não tê-la.
Antônio Roberto Soares
"As relações que se fazem através do binômio favor-gratidão, em geral, são de muito conflito porque se estabelecem através do jogo da renúncia" Não sei se o mundo tem jeito. Nós temos. Quando ajudamos alguém e esperamos algo em troca, ainda que seja gratidão, não estamos sendo bons, mas espertos. A bondade, a proteção e a ajuda têm sido usadas como instrumento de controle sobre o coração das pessoas. E, quando, apesar de tudo o que fizemos pelo outro, ele, no exercício de sua liberdade, nos dá um "não", nós o chamamos de ingrato e nos sentimos injustiçados. Existe uma grande diferença entre amor e favor. No amor, temos grande alegria em fazer algo por alguém e somos pagos no próprio ato de fazer. No favor, tudo o que fazemos é contabilizado e futuramente cobrado. Chamamos de ingrata a pessoa a quem prestamos um favor e na hora de pagar ela não o fez. Mesmo porque nada foi combinado com ela. Ingrato é aquele que não se vendeu aos nossos favores. As relações que se fazem através do binômio favor-gratidão, em geral, são pesadas e de muito conflito porque elas se estabelecem através do jogo da renúncia. Ensinaram-nos que, para o amor, é essencial renunciar. Que devemos abrir mão de nossa individualidade, dos nossos gostos, do nosso tempo, dos nossos sagrados, do nosso crescimento etc. Tudo por amor a alguém. Com o passar do tempo, todo esse sacrifício amoroso vira uma cruel cobrança no sentido de que o outro nunca nos contrarie e permaneça, através do agradecimento, escravizado a nossos desejos. Daí a importância do "sim" e do "não" em nossos relacionamentos. Amigo é aquele que consente o meu "não" e eu o dele. Do contrário, é escravidão. A bondade só faz parte do amor se for absolutamente verdadeira. Usada para dominar alguém, é crueldade. Talvez esse seja o motivo para tantos problemas familiares. Casais que se acusam mutuamente da falta de reconhecimento de um pelo o que o outro fez. Mães e pais que se sentem injustiçados quando os filhos não atendem às suas expectativas e não "pagam" com o sucesso e bom desempenho o que foi feito para eles. É uma cadeia interminável de cobrança e de culpa que traz enormes desgastes num relacionamento. A palavra sacrifício é muito interessante. Vem do latim e significa "tornar-se sagrado para o outro". Quando, porém, somos excessivamente bondosos para os outros eles respondem a isso com culpa. Nenhum filho, nenhum marido, nenhuma mãe, em sã consciência quer o próprio prazer à custa do sofrimento do outro. A reciprocidade nas relações é importante. Todo relacionamento é uma troca, mas tem de ser combinada. O que não é adequado sou eu fazer pelo outro, sem acertar e posteriormente cobrar. As relações se tornam exploração. Vivemos com a sensação de injustiçados, não reconhecidos. Há uma piada que reflete isso. Um rapaz passeava com uma moça de carro e a levou para o interior de um bosque. Parou o carro e começou a acariciá-la, insinuando um desejo de ter alguma intimidade sexual com a moça. Ela retrucou explicando:- Eu sou uma prostituta e se você quer alguma coisa, terá de pagar.- E quanto eu devo pagar? - perguntou o rapaz.- Cinqüenta reais - respondeu a mulher.Assim sendo, ele tirou uma nota de cinqüenta reais e entregou a ela. Depois de passar um bom tempo nas intimidades sexuais, se arrumaram e a moça notou que o rapaz não dava sinais de querer ir embora.- Vamos, já fizemos o que era para fazer.Ele respondeu:- Não, temos de combinar, eu sou chofer de táxi. Você terá de pagar a corrida de volta.- Quanto é? - perguntou a mulher.- Cinqüenta reais! A esperteza, o oportunismo, o se dar por amor e cobrar depois é a forma que aprendemos. Pessoas livres, autônomas, verdadeiramente amorosas se relacionam com o máximo de clareza. Comprar o possível amor do outro, através da renúncia, da bondade, do favor, do sacrifício, na esperança de ter o outro, é abrir um caminho complicado de sofrimento. Talvez isso explique a nossa grande dificuldade de dizer não à nossa compulsiva necessidade de agradar sempre, de "puxar o saco", de pensar mais no outro do que em nós mesmos. Se você espera resposta para sua bondade, é melhor não tê-la.
sábado, 15 de março de 2008
Conceito de Herói que a "Mídia" apresenta aos brasileiros....Vamos mudar isso!
Carta de petroleiro da P-18 a Pedro Bial do BBB da GloboPrezado Senhor Pedro Bial Digníssimo Jornalista, apresentador da Rede Globo de Televisão.
Confesso Sr.Bial que não sou espectador do programa o qual o senhor apresenta. Talvez para felicidade da minha cultura e para infelicidade do índice de audiência, ao qual seu programa está atrelado. Mas, tive durante um dia desses, num dos raros casos fortuitos que o destino apresenta, oportunidade de, por alguns minutos, apreciar o tão falado Big Brother Brasil, o BBB.
Para minha surpresa, durante uma ou duas vezes o senhor, ao chamar os participantes para aparecerem no vídeo o fez da seguinte maneira:
- Vamos agora falar com nossos heróis!
De imediato tive uma surpresa que me fez trepidar na cadeira.
Heróis????
O senhor chama aqueles que passam alguns dias aboletados numa confortável casa, participando de festas, alguns participando até de sessões de sexo sob os ededrons, falando palavras chulas e no fim podendo ganhar um milhão de reais, de heróis?
Pois bem Sr. Pedro Bial, eu trabalho numa Plataforma Marítima que se localiza a aproximadamente 180 km da costa brasileira e contribuimos, mesmo modestamente, para que o nosso País alcançasse a auto-suficiência em petróleo e continuamos lutando, todos nós, para superar esse patamar.
Neste último dia 26 de Fevereiro presenciamos um acidente com um dos
helicópteros que faz nosso transporte entre a cidade de Campos e a Plataforma. As imagens que ficaram em nossa mente Sr. Bial, irão nos marcar para o resto das nossas vidas. Os seus "heróis" Sr Bial, são meros coadjuvantes de filmes de segunda categoria comparados com os atos de heroísmos que presenciamos naquele momento.
Certamente o Senhor como Jornalista que é, deve estar a par de todo o acontecido. Mas sei que os detalhes o Sr. desconhece.
Pois bem, perdemos alguns colegas. Colegas esses, Sr Bial, que estavam indo para casa após haver trabalhado 15 dias em regime de confinamento.
Não o confinamento a que estão sujeitos os seus "heróis", pois eles têm toda uma parafernália de conforto, segurança e bem estar, que difere um pouco da nossa realidade. Durante esse período de quinze dias esses colegas falaram com a família apenas por telefone. Não tiveram oportunidade de abraçar seus filhos, de beijar suas esposas, de rever seus amigos e parentes... Logo após decolar desta Plataforma com destino a suas casas o helicoptero caiu no mar ceifando suas vidas de modo trágico e desesperador.
E seus "heróis" Sr Bial, a que tipo de risco eles estão expostos? Talvez aos paredões das terças-feiras, a rejeição do público, a não ganhar o premio milionário ou a não virar a celebridade da próxima novela das oito.
Os heróis daqui Sr Bial foram aqueles que desceram num bote de resgate, mesmo com o mar apresentando um suel desafiador. Nossos heróis Sr. Bial desceram numa baleeira, nossos heróis foram os mergulhadores, que de pronto se colocaram à disposição para ajudar, mesmo que isso colocasse suas vidas em risco. Nossos heróis Sr. Bial, não concorrem ao Premio de um milhão de reais, não aparecem na mídia, nem mesmo os nomes deles são divulgados. Mas são heróis na verdadeira acepção da palavra. São de carne e osso e não meros personagens manipulados pelos índices de audiência.
Nossos heróis convivem aqui no dia-a-dia, sem câmeras, sem aparecerem no Faustão ou no Jô Soares. Heróis, Sr Bial são todos aqueles que diariamente, saem das suas casas, nas diversas cidades brasileiras, chegam à Macaé ou Campos e embarcam com destino as plataformas marítimas, sem saber se regressarão as suas casas, se ainda verão seus familiares, ou voltarão ilesos, pois tudo pode acontecer: numa curva da estrada, num acidente de
helicóptero, no vôo comercial de regresso a sua cidade de origem....
Não tenho autoridade suficiente para convidá-lo a conhecer nosso local de trabalho e conseqüentemente esses nossos heróis, mas posso lhe garantir Senhor Bial, que caso o Sr estivesse presente nesta plataforma durante aquele fatídico acidente seu conceito de herói certamente seria outro.
Carlos Augusto Lordelo Almeida.
Técnico de Segurança
Plataforma P-XVIII
Em memória dos colegas:
Durval Barros
Adinoelson Gomes
Guaraci Soares
Confesso Sr.Bial que não sou espectador do programa o qual o senhor apresenta. Talvez para felicidade da minha cultura e para infelicidade do índice de audiência, ao qual seu programa está atrelado. Mas, tive durante um dia desses, num dos raros casos fortuitos que o destino apresenta, oportunidade de, por alguns minutos, apreciar o tão falado Big Brother Brasil, o BBB.
Para minha surpresa, durante uma ou duas vezes o senhor, ao chamar os participantes para aparecerem no vídeo o fez da seguinte maneira:
- Vamos agora falar com nossos heróis!
De imediato tive uma surpresa que me fez trepidar na cadeira.
Heróis????
O senhor chama aqueles que passam alguns dias aboletados numa confortável casa, participando de festas, alguns participando até de sessões de sexo sob os ededrons, falando palavras chulas e no fim podendo ganhar um milhão de reais, de heróis?
Pois bem Sr. Pedro Bial, eu trabalho numa Plataforma Marítima que se localiza a aproximadamente 180 km da costa brasileira e contribuimos, mesmo modestamente, para que o nosso País alcançasse a auto-suficiência em petróleo e continuamos lutando, todos nós, para superar esse patamar.
Neste último dia 26 de Fevereiro presenciamos um acidente com um dos
helicópteros que faz nosso transporte entre a cidade de Campos e a Plataforma. As imagens que ficaram em nossa mente Sr. Bial, irão nos marcar para o resto das nossas vidas. Os seus "heróis" Sr Bial, são meros coadjuvantes de filmes de segunda categoria comparados com os atos de heroísmos que presenciamos naquele momento.
Certamente o Senhor como Jornalista que é, deve estar a par de todo o acontecido. Mas sei que os detalhes o Sr. desconhece.
Pois bem, perdemos alguns colegas. Colegas esses, Sr Bial, que estavam indo para casa após haver trabalhado 15 dias em regime de confinamento.
Não o confinamento a que estão sujeitos os seus "heróis", pois eles têm toda uma parafernália de conforto, segurança e bem estar, que difere um pouco da nossa realidade. Durante esse período de quinze dias esses colegas falaram com a família apenas por telefone. Não tiveram oportunidade de abraçar seus filhos, de beijar suas esposas, de rever seus amigos e parentes... Logo após decolar desta Plataforma com destino a suas casas o helicoptero caiu no mar ceifando suas vidas de modo trágico e desesperador.
E seus "heróis" Sr Bial, a que tipo de risco eles estão expostos? Talvez aos paredões das terças-feiras, a rejeição do público, a não ganhar o premio milionário ou a não virar a celebridade da próxima novela das oito.
Os heróis daqui Sr Bial foram aqueles que desceram num bote de resgate, mesmo com o mar apresentando um suel desafiador. Nossos heróis Sr. Bial desceram numa baleeira, nossos heróis foram os mergulhadores, que de pronto se colocaram à disposição para ajudar, mesmo que isso colocasse suas vidas em risco. Nossos heróis Sr. Bial, não concorrem ao Premio de um milhão de reais, não aparecem na mídia, nem mesmo os nomes deles são divulgados. Mas são heróis na verdadeira acepção da palavra. São de carne e osso e não meros personagens manipulados pelos índices de audiência.
Nossos heróis convivem aqui no dia-a-dia, sem câmeras, sem aparecerem no Faustão ou no Jô Soares. Heróis, Sr Bial são todos aqueles que diariamente, saem das suas casas, nas diversas cidades brasileiras, chegam à Macaé ou Campos e embarcam com destino as plataformas marítimas, sem saber se regressarão as suas casas, se ainda verão seus familiares, ou voltarão ilesos, pois tudo pode acontecer: numa curva da estrada, num acidente de
helicóptero, no vôo comercial de regresso a sua cidade de origem....
Não tenho autoridade suficiente para convidá-lo a conhecer nosso local de trabalho e conseqüentemente esses nossos heróis, mas posso lhe garantir Senhor Bial, que caso o Sr estivesse presente nesta plataforma durante aquele fatídico acidente seu conceito de herói certamente seria outro.
Carlos Augusto Lordelo Almeida.
Técnico de Segurança
Plataforma P-XVIII
Em memória dos colegas:
Durval Barros
Adinoelson Gomes
Guaraci Soares
terça-feira, 11 de março de 2008

Quando certos obstáculos surgem no nosso caminho, às vezes sentimo-nos menos alegres!
Temos que encontrar a nossa FORÇA INTERIOR e saber esperar com equilíbrio e sabedoria!!!
A FORÇA INTERIOR é capaz de vencer todo o tipo de obstáculos!
Usemos o nosso instinto nato, com sabedoria e saberemos controlar qualquer situação, encontrando sempre o melhor caminho!!!
A nossa FORÇA INTERIOR brota do Coração e de uma energia positiva que temos dentro de nós, que se chama LUZ!!!
Temos que encontrar a nossa FORÇA INTERIOR e saber esperar com equilíbrio e sabedoria!!!
A FORÇA INTERIOR é capaz de vencer todo o tipo de obstáculos!
Usemos o nosso instinto nato, com sabedoria e saberemos controlar qualquer situação, encontrando sempre o melhor caminho!!!
A nossa FORÇA INTERIOR brota do Coração e de uma energia positiva que temos dentro de nós, que se chama LUZ!!!
Aprenda a mudar sua energia
Mudando sua vibração, mudará seu campo de atração.
Estratégias Mentais (o que você deve fazer de dentro para fora)
. Pense sempre, de forma positiva. Toda vez que um pensamento contrário ao que você acredita e quer, vier à sua cabeça, troque-o por outro mais favorável e que te traga bem estar! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.
. Não tenha medo de nada e ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas inseguranças interiores.
Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo
. Não se queixe. Quando você reclama, o seu foco de atenção e o motivo da reclamação, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.
. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os
. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral
. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente.
. Pense sempre, de forma positiva. Toda vez que um pensamento contrário ao que você acredita e quer, vier à sua cabeça, troque-o por outro mais favorável e que te traga bem estar! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.
. Não tenha medo de nada e ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas inseguranças interiores.
Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo
. Não se queixe. Quando você reclama, o seu foco de atenção e o motivo da reclamação, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.
. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os
. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral
. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente.
domingo, 9 de março de 2008

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
A Inveja é Uma Merda

Inveja (Desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem. Desejo violento de possuir o bem alheio, mas quando nos tiram começamos a sofrer e sem ao mesmo perceber o motivo de tanto sofrimento.)
Ela é um dos muitos frutos da natureza humana. A inveja produz profundas lesões na vida espiritual, tão séria a ponto de lançar os que a cultivam nas trevas eterna. É um pecado que passa desapercebido pelos que estão próximos, mas, que consome a vida que a hospeda.
O sentir-se hostilizado agrava a sensação de solidão e desamparo, o que costuma determinar um agravamento do desespero, agora acrescido de revolta contra as pessoas invejosas. O desespero e a revolta geram uma energia ainda maior, que é usada na direção de se obter um destaque mais acentuado, que agrava a solidão.
Todos nós sabemos que as energias negativas são uma das maiores preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é besteira. Ela nos alcança em qualquer lugar do planeta.
Ela é um dos muitos frutos da natureza humana. A inveja produz profundas lesões na vida espiritual, tão séria a ponto de lançar os que a cultivam nas trevas eterna. É um pecado que passa desapercebido pelos que estão próximos, mas, que consome a vida que a hospeda.
O sentir-se hostilizado agrava a sensação de solidão e desamparo, o que costuma determinar um agravamento do desespero, agora acrescido de revolta contra as pessoas invejosas. O desespero e a revolta geram uma energia ainda maior, que é usada na direção de se obter um destaque mais acentuado, que agrava a solidão.
Todos nós sabemos que as energias negativas são uma das maiores preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é besteira. Ela nos alcança em qualquer lugar do planeta.
"E toma cuidado,
Não te podes esquecer,
Chegas a ser invejado,
Até quando estás a sofrer."
Não te podes esquecer,
Chegas a ser invejado,
Até quando estás a sofrer."
(zeninumi)
Por que não devemos temer os invejosos
Enquanto...
Você dorme pacificamente, ele perde o sono quando pensa em você.
Você acorda e saúda o sol, ele olha o seu bronzeado.
Você sai para o trabalho, ele calcula o seu salário.
Você constrói sua casa, ele julga a cor das tintas.
Você estuda, tem boas notas, ele se preocupa com esses números.
Você conquista um diploma, ele vive o medo do seu sucesso futuro.
Você levanta um prédio, ele escolhe uma janela prá pular.
Você cura os doentes, ele adoece por conta disso
Você ensina os seus alunos, ele tenta descobrir o que você não sabe.
Você tem a simpatia da chefia, ele prefere chamá-lo de puxa-saco.
Você recebe os aplausos, ele busca saber se alguém o vaia.
Você liga seu computador para serviço útil, ele coleciona programas de vírus ou invade seu correio com tolas agressões.
O que ele realmente faz - quando faz: você cria, ele copia !
Você teme o invejoso por quê?
Ele é um eterno espectador, merece sua compaixão e não seu temor.
"A inveja e assim tão magra e palida porque morde e não come."
Francisco Quevedo
Enquanto...
Você dorme pacificamente, ele perde o sono quando pensa em você.
Você acorda e saúda o sol, ele olha o seu bronzeado.
Você sai para o trabalho, ele calcula o seu salário.
Você constrói sua casa, ele julga a cor das tintas.
Você estuda, tem boas notas, ele se preocupa com esses números.
Você conquista um diploma, ele vive o medo do seu sucesso futuro.
Você levanta um prédio, ele escolhe uma janela prá pular.
Você cura os doentes, ele adoece por conta disso
Você ensina os seus alunos, ele tenta descobrir o que você não sabe.
Você tem a simpatia da chefia, ele prefere chamá-lo de puxa-saco.
Você recebe os aplausos, ele busca saber se alguém o vaia.
Você liga seu computador para serviço útil, ele coleciona programas de vírus ou invade seu correio com tolas agressões.
O que ele realmente faz - quando faz: você cria, ele copia !
Você teme o invejoso por quê?
Ele é um eterno espectador, merece sua compaixão e não seu temor.
"A inveja e assim tão magra e palida porque morde e não come."
Francisco Quevedo
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Mulheres Invisíveis...

Dizem que a uma certa idade nós as mulheres nos fazemos invisíveis, que nossa atuação na cena da vida diminui e que nos tornamos inexistentes para um mundo onde só cabe o impulso dos anos jovens.
Eu não sei se me tornei invisível para o mundo, pode ser, porém nunca fui tão consciente da minha existência como agora, nunca me senti tão protagonista da minha vida, e nunca desfrutei tanto cada momento da minha existência.
Descobri que não sou uma princesa de contos de fada; descobri o ser humano sensível que sou e também muito forte. Com suas misérias e suas grandezas. Descobri que posso me permitir o luxo de não ser perfeita, de estar cheia de defeitos, de ter fraquezas, de me enganar, de fazer coisas indevidas e de não responder as expectativas dos outros.
E , apesar disso... Gostar de mim
Quando me olho no espelho e procuro quem fui…sorrio àquela que sou…Me alegro do caminho andado, assumo minhas contradições. Sinto que devo saudar a jovem que fui com carinho, mas deixá-la de lado porque agora me atrapalha. Seu mundo de ilusões e fantasias, já não me interessa. É bom viver sem ter tantas obrigações. Que bom não sentir um desassossego permanente causado por correr atrás de tantos sonhos.
“A vida é tão curta e a tarefa de vivê-la é tão difícil que quando começamos a aprendê-la, já é hora de partir”
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Auto-Estima

Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si,com muita paciência e amor reconstrua-a.
Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão, sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante, você é a sua criação mais valiosa.
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro, para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso, conforto e recomposição.
Crie este universo agradável para si.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
(Brahma Kumaris)
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Palacio Nacional no Parque de Monjuic
Fonte Mágica
Museu Nacional de Arte da Catalunya
Andei umas três horas dentro do Museu, e no acervo são vários documentos, obras de arte e material arqueológico.
Vou ter que voltar outras vezes neste lugar, impossível descrever tudo.
http://www.mnac.es/sobremnac/sob_ent_historia.jsp?lan=001
sábado, 15 de dezembro de 2007
O Templo da Sagrada Família


O Templo da Sagrada Família, em Barcelona, é obra mais conhecida do Arquitecto Catalão Antoni Gaudí, e apesar de inacabada, é o exemplo mais representativo da sua genealidade. Gaudí deu início aos trabalhos em 1883, e dedicou-lhe a maior parte da sua vida. O arquitecto no entanto não conseguiu a sua ambição de acabar a obra, devido sua morte inesperada em 1926.
Gaudí prentendia criar uma Catedral para o Século XX, através de uma síntese de todos os seus conhecimentos arquitectónicos, conjugados com um complexo sistema de simbolismos e uma explicação visual dos Mistérios da Fé. Nos seus planos estariam previstas a construção de fachadas representando o Nascimento, a Morte e Resurreição de Cristo, com 18 torres simbolizando os 12 Apóstolos, os 4 Evangelistas, a Virgem Maria e Jesus Cristo. Esta última, a mais alta de todas, teria cerca de 170 metros de altura. A igreja foi planeada de acordo com os planos de uma Basílica Gótica, com 5 naves, um transepto e uma Abside, e um deambulatório. As torres em espiral e os seus Pináculos cobertos de formas abstratas de mosaicos Venezianos, pretendiam atribuir ao Edifício um espectacular efeito de verticalidade.
Os trabalhos pessoalmente levados a cabo por Gaudí, foram a Cripta Neo-Gótica, parte da abside, e a fachada da Natividade. Das quatro torres desta última, o autor apenas viu concluída a dedicada a São Barnabé.
Após a morte de Gaudí os trabalhos continuaram, no entanto em 1936, durante a guerra civil Espanhola, os desenhos e maquetas deixados por este, foram destruídos por um incêndio, tendo o projecto sido retomado mais tarde em 1952. Entre 1954 e 1976, a fachada e as 4 torres da Paixão foram completas. O escultor Josep M. Subirachs juntou-se aos trabalhos das esculturas desse Portal em 1987.
Previsão da Obra concluída - 2030......
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Novidades e o Bairro Gótico
Estou
apaixonada por este lugar, imaginei muitas coisas. Fomos à noite no bairro Gótico, e da próxima vez vou com uma bela garrafa de vinho.
Se sóbria eu viajei, imagino com boas doses de vinho.
Se sóbria eu viajei, imagino com boas doses de vinho.
PS: Manga (Teleblogger)e amigos, tudo que achamos caro em termos de comida no Brasil, aqui é barato, como queijos, bacalhau, camarão, presunto cru espanhol "pata negra", enfim, to FU....., pois to comendo bastante, fora os chocolates que adoro. A sorte é que aqui caminho muito e subo quatro andares do prédio que estou morando que é no ultimo andar. Vou me acostumando com as escadas e o Boomer tbm que sai 3 vezes por dia p passear..........AFE!
Onde estou morando é muito gostoso e os prédios são lindinhos.
Um beijão grande p todos.
Bairro Gótico
O mundialmente famoso Barri Gòtic, parte da Ciutat Vella (cidade velha), é a zona mais antiga de Barcelona e estende-se da Praça da Catedral à Praça de São Jaime e da Via Laietana à Carrer del Bisbe.
Actualmente, é mais conhecido pelas suas ruas estreitas e empedradas, cheias de edifícios góticos com lojas de jovens artistas, restaurantes de luxo e bares de tapas que a juventude de Barcelona enche rapidamente quase todas as noites.
A maioria dos edifícios romanos, assim como os vestígios das antigas muralhas da cidade, que em tempos cercaram esta área, encontram-se também aqui.
Esta é uma das zonas mais interessantes de Barcelona, com uma arquitectura inesquecível e surpresas constantes ao virar de cada esquina.
Onde estou morando é muito gostoso e os prédios são lindinhos.
Um beijão grande p todos.
Bairro Gótico
O mundialmente famoso Barri Gòtic, parte da Ciutat Vella (cidade velha), é a zona mais antiga de Barcelona e estende-se da Praça da Catedral à Praça de São Jaime e da Via Laietana à Carrer del Bisbe.
Actualmente, é mais conhecido pelas suas ruas estreitas e empedradas, cheias de edifícios góticos com lojas de jovens artistas, restaurantes de luxo e bares de tapas que a juventude de Barcelona enche rapidamente quase todas as noites.
A maioria dos edifícios romanos, assim como os vestígios das antigas muralhas da cidade, que em tempos cercaram esta área, encontram-se também aqui.
Esta é uma das zonas mais interessantes de Barcelona, com uma arquitectura inesquecível e surpresas constantes ao virar de cada esquina.
sábado, 8 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Continuaremos juntos.... Sempre!
Agradeço meu amigo Manga do Teleblogger que reuniu todos os amigos na minha despedida. E claro meu outro grande amigo Tors que esta com um ÓTIMO Post no Jebal .
Um beijão para todos.
Um beijão para todos.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
A dependência que faz tanto mal

Os dependentes deixam que desvalorizem tudo que lhes é mais caro: seus sentimentos. Perdem completamente o valor ao se permitirem que o outro jogue no "lixo" seu eu mais verdadeiro, desprezando tudo que dizem, sentem, fazem, pois nada que é seu é valorizado, ao contrário, tudo é motivo de crítica, fazendo-os acreditarem serem incapazes. O que não é verdade!
Em geral, essas pessoas tornam-se tristes, depressivas, enclausuradas em seus quartos escuros, podendo ficar assim durante anos, até o momento em que não suportam mais e explodem. Algumas também implodem, ou seja, somatizam e adoecem gravemente. Depois de externalizarem toda raiva contida, e conseguem retomar de alguma forma sua saúde mental, podem perceber as contradições no outro e em si mesmo, tomando consciência de quanto eram sufocadas sob os valores e interesses de terceiros. Retomando essa consciência, que pode ser adquirida através de tratamento ou mesmo da profundidade da dor, começam a perceber seus próprios valores, seus desejos, vontades e sentimentos, resgatando assim com sua saúde mental, a auto-estima e o amor-próprio.
Neste momento percebem que são capazes de ouvirem suas próprias vozes e não mais os gritos que as ensurdeciam e as palavras que as dilaceravam, percebem que suas vozes podem voltar a se tornarem novamente doces, suaves, como uma melodia gostosa de se ouvir. Conseguem assumir a responsabilidade pela própria vida, não mais colocando a sua vida na mão de quem quer que seja, mas na única pessoa em quem pode confiar: em si mesma. Claro que tudo isso exige muitas lutas internas, rever um passado que machucou muito, mas que se não for identificado e elaborado, continuará machucando através das repetições de padrões antigos e na manutenção de relações destrutivas.
Quando um ser inteiro encontra-se com outros , tornam-se pessoas predispostas ao crescimento, a troca, a uma relação de paz e harmonia e não de brigas e desentendimentos. Quando se inicia esse processo de libertação é natural sentir-se triste e em alguns momentos duvidar se conseguirá, mas conforme as coisas forem acontecendo e for sentindo um certo alívio por poder fazer as pequenas escolhas do dia a dia, não ouvir mais críticas, nem cobranças, nem sentir-se mais culpado pelo que fez e não fez, o alívio virá com certeza e te dará a certeza que mais importante que viver é viver em paz consigo mesma!
Em geral, essas pessoas tornam-se tristes, depressivas, enclausuradas em seus quartos escuros, podendo ficar assim durante anos, até o momento em que não suportam mais e explodem. Algumas também implodem, ou seja, somatizam e adoecem gravemente. Depois de externalizarem toda raiva contida, e conseguem retomar de alguma forma sua saúde mental, podem perceber as contradições no outro e em si mesmo, tomando consciência de quanto eram sufocadas sob os valores e interesses de terceiros. Retomando essa consciência, que pode ser adquirida através de tratamento ou mesmo da profundidade da dor, começam a perceber seus próprios valores, seus desejos, vontades e sentimentos, resgatando assim com sua saúde mental, a auto-estima e o amor-próprio.
Neste momento percebem que são capazes de ouvirem suas próprias vozes e não mais os gritos que as ensurdeciam e as palavras que as dilaceravam, percebem que suas vozes podem voltar a se tornarem novamente doces, suaves, como uma melodia gostosa de se ouvir. Conseguem assumir a responsabilidade pela própria vida, não mais colocando a sua vida na mão de quem quer que seja, mas na única pessoa em quem pode confiar: em si mesma. Claro que tudo isso exige muitas lutas internas, rever um passado que machucou muito, mas que se não for identificado e elaborado, continuará machucando através das repetições de padrões antigos e na manutenção de relações destrutivas.
Quando um ser inteiro encontra-se com outros , tornam-se pessoas predispostas ao crescimento, a troca, a uma relação de paz e harmonia e não de brigas e desentendimentos. Quando se inicia esse processo de libertação é natural sentir-se triste e em alguns momentos duvidar se conseguirá, mas conforme as coisas forem acontecendo e for sentindo um certo alívio por poder fazer as pequenas escolhas do dia a dia, não ouvir mais críticas, nem cobranças, nem sentir-se mais culpado pelo que fez e não fez, o alívio virá com certeza e te dará a certeza que mais importante que viver é viver em paz consigo mesma!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Mudar significa evoluir
Quantos de nós não somos resistentes a mudanças? Mudar dá trabalho, cansa, tira o sossego e assusta. Quantos de nós não nos acomodamos a determinadas situações e condições pelo medo do desconhecido? Mudar de casa, de trabalho, de namorado, de vida, de estilo, de visual...É minha gente, para que determinadas coisas aconteçam em nossas vidas além da coragem e determinação é preciso muita ousadia. Ninguém gosta de errar deliberadamente. Queremos sempre acertar. Não queremos sofrer, passar por apuros e tão pouco provocar sofrimento em outros.
Às vezes ficamos presos, estagnados a uma rotina, a um certo padrão para não correr nenhum risco. E como diz o ditado: "Quem não arrisca não petisca".
De repente nos vemos em situações em que a vida e não perdoa uma hesitação, uma vacilada. Quando estas coisas acontecem acabamos entrando no ritmo e, aos poucos, vamos nos adaptando ao novo, ao que era aparentemente difícil, quase próximo ao impossível.
Não é rara a surpresa, mas a boa surpresa. Nos surpreendemos com nossa força, nosso caráter, nosso dinamismo e empenho que estavam adormecidos e banalizados pela apatia. Somos fortes. Todos!
Podemos tudo? Quase sempre sim... Não nos conhecemos e nem tão pouco nos acreditamos. É mais fácil conhecer o outro, falar do outro, perceber o outro. Não nos observamos o bastante. Observamos sempre o que vem de fora. Estamos atentos ao trânsito, mercado financeiro, alta do dólar, violência urbana, problemas familiares, enfim, prestamos muita atenção às interferências externas que nos perturbam e nos fazem adotar outras atitudes.
Quando paramos e começamos a prestar um pouco mais de atenção em nossas emoções e necessidades simplesmente as negligenciamos frente a uma prioridade circunstancial e invariavelmente externa.
Procuramos o dentista quando o dente dói. Procuramos o médico quando o corpo já está doente. Procuramos economizar quando o dinheiro começa a faltar. Vamos adiando, adiando, como se fôssemos senhores do tempo e de uma vontade maior. A partir do instante que criamos coragem para nos enfrentar muita mudança pode acontecer. Mudar implica em decidir e decisão é coisa de gente grande. Quando há uma decisão, não importa o tempo para sua concretização e efetivação. Uma mudança interna ocorre e nos levará a assumir um comportamento, a tomar uma atitude que por si só é muito positiva.
Mudar implica em evoluir, melhorar. Toda mudança implica em movimento e movimento é VIDA! A vida não é estagnada, parada. Tudo está em movimento o tempo todo. Por que assistir de camarote?
A vida é um grande espetáculo do qual fazemos parte do elenco... Ouse! Não tenha receio de errar, errar também é aprender.
Busque inspirarão na criança que está aprendendo a andar. Se hoje você anda foi porque tentou, caiu, se machucou, levantou, tentou novamente e conseguiu.
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Existe muita gente inteligente por ai, mas... foi-se o tempo que isto era o suficiente. Hoje, o que me fascina é a criatividade, é a capacidade de inventar, juntar o nada com coisa nenhuma e disto nascer algo, é saber improvisar, é a sabedoria de "se virar" com os recursos disponiveis no momento.
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